terça-feira, novembro 11, 2008
domingo, novembro 09, 2008
sábado, novembro 01, 2008
sexta-feira, outubro 17, 2008
terça-feira, outubro 07, 2008
sexta-feira, agosto 08, 2008
sexta-feira, junho 06, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
sábado, abril 12, 2008
Coisas que não se compram...
Morar numa casa mais ou menos,
Numa rua mais ou menos,
Numa vila mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.
A gente pode
Dormir numa cama mais ou menos,
Comer feijão mais ou menos,
Ter um transporte mais ou menos,
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.
A gente
Pode olhar em volta e sentir que tudo está
Mais ou menos.
Tudo bem.
O que a gente não pode
Mesmo, nunca, de jeito nenhum,
É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos,
É ser amigo mais ou menos,
É namorar mais ou menos
É ter fé mais ou menos
É acreditar mais ou menos.
Senão a gente corre o risco de se tornar
Uma pessoa mais ou menos."
sexta-feira, março 28, 2008
A cruz é sempre do tamanho certo...
Muitas vezes não compreendemos bem porque é que algumas coisas acontecem conosco, achamos injusto...um fardo pesado demais, mas tudo nesta vida tem um propósito.












sexta-feira, março 07, 2008
sábado, março 01, 2008
sábado, janeiro 26, 2008
"one-man-show"
Ver mais aqui.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Para este Novo Ano
Uma questão interessante para reflectir neste inicio de ano...
Um FELIZ ANO de 2008 para todos!!
terça-feira, dezembro 18, 2007
sábado, novembro 24, 2007
DOG
Um dia, ao passar rotineiramente de carro na estrada, não pude ficar indiferente àquele som estridente e aflitivo que me fez parar de imediato.
O Dog (nome actual), acabava de ser vítima da insensibilidade humana, da capacidade, desprezível diga-se, que o ser humano tem de, facilmente, virar a cara para o outro lado!
Encontrei o Dog, acabadinho de ser abandonado, pequenino, triste, com muito medo… desprezado!
Eu como ser humano, defendo a condição humana acima de qualquer outra coisa mas não consigo, pelo menos quando penso racionalmente, virar a cara para o outro lado.
Naquele momento o Dog deixou de ser um cão abandonado. Acolhi-o, não lhe dei “uma família”, não só por impossibilidades físicas mas também por propósitos pessoais mas, consegui quem o fizesse, quem aceitasse cuidar dele de acordo com as suas necessidades e eu… fiquei sem dúvida muito feliz!!
Hoje o Dog já não tem um ar triste, brinca muito, farta-se de correr… é feliz! (E não precisa de ser tratado melhor que qualquer ser humano!!)
quarta-feira, novembro 07, 2007
Corrente literária
Livro ”Africa acima” de Gonçalo Cadilhe.
“E o camião não vai, só por minha causa, parar numa tasca.”
Passo a corrente a quem por aqui passa.
As regras são:1ª - Pegar num livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2ª - Abrir na página 161;
3ª - Procurar a 5ª frase completa;
4ª - Postar essa frase no seu blog;
5ª - Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro;
6ª - Repassar para outros 5 blogs.Vamos ver o que andam a ler.
domingo, outubro 21, 2007
Perguntaram ao Dalai Lama...

E ele respondeu:
“Os Homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.”
quarta-feira, outubro 10, 2007
Um olhar de Outono
Olhando pela janela com mais atenção, e apesar do calor ainda persistir, vê-se que o Outono começou a chegar, as arvores que vejo já perderam muitas das suas folhas, no chão um tapete de varias cores e formas, que ao jeito do vento vai sendo tecido pelas folhas caídas. No banco alguém, que na sua longa idade passa por mais um Outono. Ali está sentada vestida de preto, sinal de luto, pensando não se sabe bem em quê. Não é uma entre muitos idosos abandonados pela família, esta tem filhos que tratam bem dela, preocupam-se e dão-lhe amor. Ali está a gozar a sua velhice, por vezes tira o seu terço do bolso e reza, outras vezes olha para as arvores, não sei o que vê... mas talvez veja nelas um retrato do que é a sua família, um tronco forte constituído por ela e o seu marido durante muitos anos, e os ramos todos, os seus filhos e netos.
Não se sabe... mas um sorriso no rosto aparece sempre quando um dos seus filhos ou netos se mete com ela ou então surge um dito antigo que já ninguém se lembra mas que ela tem sempre na ponta da língua.
E assim vai passando o Outono da sua vida, de filho em filho, gozando daquilo que um dia construiu com muito esforço: uma família unida, que concerteza será o maior bem que ela pode deixar a todos nós. Esperemos nós um dia poder gozar também assim da nossa família!
E assim vejo o Outono da minha janela, com cores outonais mas que me mostra um sorriso primaveril e o exemplo de vida daquela mulher como um caminho a seguir.









