terça-feira, novembro 11, 2008

sexta-feira, outubro 17, 2008

Por do Sol


Senhora da Lanzada Galiza

sexta-feira, agosto 08, 2008

Portugal profundo

Casal Belide/Lourizela de Couto Esteves

sexta-feira, junho 06, 2008

terça-feira, maio 20, 2008

sábado, abril 12, 2008

Coisas que não se compram...

" A gente pode
Morar numa casa mais ou menos,
Numa rua mais ou menos,
Numa vila mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos.

A gente pode
Dormir numa cama mais ou menos,
Comer feijão mais ou menos,
Ter um transporte mais ou menos,
E até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro.

A gente
Pode olhar em volta e sentir que tudo está
Mais ou menos.

Tudo bem.

O que a gente não pode
Mesmo, nunca, de jeito nenhum,
É amar mais ou menos,
É sonhar mais ou menos,
É ser amigo mais ou menos,
É namorar mais ou menos
É ter fé mais ou menos
É acreditar mais ou menos.

Senão a gente corre o risco de se tornar
Uma pessoa mais ou menos."

sexta-feira, março 28, 2008

A cruz é sempre do tamanho certo...

Ainda no rescaldo desta Páscoa, aqui fica para pensar...



Muitas vezes não compreendemos bem porque é que algumas coisas acontecem conosco, achamos injusto...um fardo pesado demais, mas tudo nesta vida tem um propósito.





sexta-feira, março 07, 2008

sábado, janeiro 26, 2008

"one-man-show"

Aqui fica uma excelente proposta musical para este fim-de-semana. É do novo álbum do David Fonseca “Dreams In Colour".




Ver mais aqui.

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Para este Novo Ano

"Se Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, então porque amamos as coisas e usamos as pessoas?"

Uma questão interessante para reflectir neste inicio de ano...

Um FELIZ ANO de 2008 para todos!!

sábado, novembro 24, 2007

DOG

Este é o DOG!

Aquele a quem se pode chamar verdadeiramente… um cão com sorte!
Um dia, ao passar rotineiramente de carro na estrada, não pude ficar indiferente àquele som estridente e aflitivo que me fez parar de imediato.
O Dog (nome actual), acabava de ser vítima da insensibilidade humana, da capacidade, desprezível diga-se, que o ser humano tem de, facilmente, virar a cara para o outro lado!
Encontrei o Dog, acabadinho de ser abandonado, pequenino, triste, com muito medo… desprezado!

Eu como ser humano, defendo a condição humana acima de qualquer outra coisa mas não consigo, pelo menos quando penso racionalmente, virar a cara para o outro lado.
Naquele momento o Dog deixou de ser um cão abandonado. Acolhi-o, não lhe dei “uma família”, não só por impossibilidades físicas mas também por propósitos pessoais mas, consegui quem o fizesse, quem aceitasse cuidar dele de acordo com as suas necessidades e eu… fiquei sem dúvida muito feliz!!

Hoje o Dog já não tem um ar triste, brinca muito, farta-se de correr… é feliz! (E não precisa de ser tratado melhor que qualquer ser humano!!)

quarta-feira, novembro 07, 2007

Corrente literária

Desafiado pelo meu conterrâneo Camilo aqui vai .

Livro ”Africa acima” de Gonçalo Cadilhe.

“E o camião não vai, só por minha causa, parar numa tasca.”


Passo a corrente a quem por aqui passa.

As regras são:1ª - Pegar num livro próximo (PRÓXIMO, não procure);

2ª - Abrir na página 161;

3ª - Procurar a 5ª frase completa;

4ª - Postar essa frase no seu blog;

5ª - Não escolher a melhor frase, nem o melhor livro;

6ª - Repassar para outros 5 blogs.Vamos ver o que andam a ler.

domingo, outubro 21, 2007

Perguntaram ao Dalai Lama...


“O que mais te surpreende na Humanidade?”
E ele respondeu:
“Os Homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.”
Interessante, não é?? E dá que pensar... ai dá dá!!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Um olhar de Outono


Olhando pela janela com mais atenção, e apesar do calor ainda persistir, vê-se que o Outono começou a chegar, as arvores que vejo já perderam muitas das suas folhas, no chão um tapete de varias cores e formas, que ao jeito do vento vai sendo tecido pelas folhas caídas. No banco alguém, que na sua longa idade passa por mais um Outono. Ali está sentada vestida de preto, sinal de luto, pensando não se sabe bem em quê. Não é uma entre muitos idosos abandonados pela família, esta tem filhos que tratam bem dela, preocupam-se e dão-lhe amor. Ali está a gozar a sua velhice, por vezes tira o seu terço do bolso e reza, outras vezes olha para as arvores, não sei o que vê... mas talvez veja nelas um retrato do que é a sua família, um tronco forte constituído por ela e o seu marido durante muitos anos, e os ramos todos, os seus filhos e netos.
Não se sabe... mas um sorriso no rosto aparece sempre quando um dos seus filhos ou netos se mete com ela ou então surge um dito antigo que já ninguém se lembra mas que ela tem sempre na ponta da língua.
E assim vai passando o Outono da sua vida, de filho em filho, gozando daquilo que um dia construiu com muito esforço: uma família unida, que concerteza será o maior bem que ela pode deixar a todos nós. Esperemos nós um dia poder gozar também assim da nossa família!
E assim vejo o Outono da minha janela, com cores outonais mas que me mostra um sorriso primaveril e o exemplo de vida daquela mulher como um caminho a seguir.